Dra. Eliza CapparelliCRM 5268459-7 · RQE 25619 / 25620 Falar no WhatsApp
Neuromodulação não invasiva · Dor crônica e neuropática

A dor que não passa também muda o jeito como você vive.

Quando a dor persiste por meses, ela deixa de ser um sintoma e vira pano de fundo da rotina: o sono que não descansa, o movimento que você evita, o trabalho feito por cima do desconforto. Conviver não é o mesmo que estar bem, e esse quadro merece uma leitura médica.

A conversa inicial pelo WhatsApp ajuda a entender o padrão da dor e direcionar a avaliação.

O que a dor constante leva junto

Você foi se adaptando à dor. O custo disso raramente é medido.

A dor crônica costuma cobrar em silêncio, nas coisas que você foi deixando de fazer sem perceber. Dar nome a essa perda é o primeiro passo para tratá-la com a atenção que ela merece.

Sono

Noites que não descansam

A dor que acompanha você até a cama, o sono picado e o dia seguinte começando já cansado.

Movimento

O que você passou a evitar

Atividades, esforços e planos abandonados aos poucos, com medo de a dor piorar.

Trabalho

Foco e presença

Concentração que falha, produtividade reduzida e a energia que a dor consome em silêncio.

Humor

O desgaste de não ter trégua

Conviver com dor o tempo todo pesa no ânimo, na paciência e na disposição para o dia.

Leitura de impacto · 5 perguntas

Quanto a dor tem interferido na sua vida?

Pensando nas últimas semanas, responda abaixo. No fim você verá uma leitura de como a dor tem afetado o seu sono, seu trabalho e seu ânimo. É uma reflexão inicial, não um diagnóstico.

01Há quanto tempo você convive com essa dor?
02Num dia comum, quanto a dor atrapalha seu trabalho ou suas tarefas?
03Quanto a dor atrapalha o seu sono?
04Quanto a dor atrapalha o seu humor e a sua disposição?
05Como está o controle da dor com o que você faz hoje?

Esta leitura considera apenas o que você respondeu e serve para perceber o quanto a dor tem afetado a sua rotina. Não substitui consulta nem estabelece diagnóstico. A indicação de qualquer conduta depende de avaliação médica individualizada.

Como a avaliação funciona

Entender a sua dor antes de propor qualquer caminho.

A condução parte do seu histórico, do tipo de dor e do impacto real na sua vida. A neuromodulação não invasiva é uma das ferramentas avaliadas, sempre conforme indicação clínica.

01

Avaliação médica completa

Histórico, características da dor, o que já foi tentado e como foi a resposta.

02

Mapeamento do impacto

Como a dor interfere no sono, no movimento, no trabalho e no ânimo.

03

Plano individualizado

Uma estratégia construída para o seu quadro, sem promessa fácil e sem abordagem genérica.

04

Ajustes pela resposta

Acompanhamento e revisão da conduta conforme a sua evolução clínica.

Sobre a Dra. Eliza Capparelli

Medicina com atenção ao funcionamento do cérebro e ao impacto da dor.

Atuação em neuromodulação não invasiva, com foco em dor crônica e cefaleias. A abordagem busca entender o caso com profundidade: o tipo de dor, o histórico de resposta e o que pode, de fato, mudar a estratégia. Atendimento individualizado, baseado em evidência, sem protocolo genérico e sem promessa irreal.

Registro
CRM-RJ 5268459-7
RQE
25619 / 25620
Atuação
Neuromodulação não invasiva · dor crônica · cefaleias
Atendimento
Copacabana, Rio de Janeiro
Dúvidas comuns

Antes de conversar

Isso substitui a minha medicação?

Depende do caso. A avaliação médica é que define o que faz sentido manter, ajustar ou rever. Nada é alterado sem indicação individualizada.

Serve para qualquer tipo de dor?

Não. A indicação depende do tipo de dor e do quadro clínico, e só é definida em consulta.

Já tentei de tudo. Ainda vale avaliar?

Conviver com dor há muito tempo não significa que não há mais o que investigar. Uma avaliação detalhada pode encontrar caminhos ainda não considerados, sem prometer um resultado.

Como é o primeiro contato?

Pelo WhatsApp, de forma direta. A conversa inicial ajuda a entender o padrão da dor e a direcionar a avaliação.

Conviver com a dor virou rotina. Talvez não precise ser assim.

O próximo passo pode ser entender o seu caso com mais profundidade: por que a dor persiste e quais caminhos fazem sentido para você.

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